Voltar para o mapa principal

Maria Consuelo Lopes

Em 1985 formaram um grupo de jovens, mas só em 1987 quando o teto da igreja caiu foi então que surgiu a idéia de formarem o Pastoril com a intenção de angariar fundos e então refazer o teto da igreja de Santa Isabel. Daí em diante sempre se apresentaram em escolas igrejas e onde fossem convidados. No ano de 1985 foi o auge, participaram de varias apresentações. Foi então convidada pra formar e ensaiar um grupo de pastoril nos municípios de Limoeiro de Anadia, Coite do nóia e Jaramataia. Também são um dos primeiros pontos de cultura do Brasil reconhecido pelo ministério da cultura. Mesmo com muito esforço e passando por varias mudança de componestes ao longo dessa caminhada o grupo continua se apresentando e a comunidade prestigiam e contribuem sempre que necessário.

 

*A Dança da Fita, manifestação milenar de origem européia, instalou-se em nosso país nos estados do sul, através dos imigrantes no século passado. Essa manifestação é uma reverência feita à árvore, após o rigoroso inverno europeu. Nas aldeias, os colonos, no prenúncio da primavera, realizavam a Dança da Fita para homenagear o renascimento da Árvore. Tradição muito antiga dos povos açorianos, trazida ao nosso país pelos portugueses e espanhóis, é também praticada em outros países das Américas, do México até a Argentina. A coreografia desenvolve-se como uma ciranda onde os participantes que orbitam ao redor de um mastro central, durante a translação em ziguezague, vão trançando as fitas, encurtando-a até que fique impossível prosseguir. Faz-se então o movimento contrario, destrançando as fitas. A coreografia segue o ritmo dos instrumentos musicais, como sanfona, violão e pandeiro. A Dança da Fita tinha sua própria música, uma marchinha acompanhada por violas, rabecas, entre outros instrumentos, por causa da regionalização, passou a ter variações na música e nos instrumentos. No Brasil teve grande popularidade durante as festas de Reis, do Divino, do Natal, do Ano-Novo. Hoje, embora mais rara, ainda é encontrada em vários pontos do país, recebendo nomes diversos, como: trancelim, dança-do-trancelim, dança-da-trança, dança-do-mastro, trança-fita, vilão, trançado, engenho ou moinho. Também chamada jardineira e trança esta dança se disseminou nos estados do Sul. No Rio Grande do Norte aparece no final do bumba-meu-boi, com o nome de engenho-de-fitas. Na Amazônia é parte da dança-do-tipiti.

Links

Fechar

Comentários

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mapa About