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Biblioteca Helena Silveira

Biblioteca Helena Silveira

A biblioteca foi inaugurada em 5 de novembro de 1988 e está localizada no Campo Limpo. Possui aproximadamente 31 mil exemplares para empréstimos e consulta e abriga um telecentro.
Biblioteca Helena Silveira, foi inaugurada em 5 de novembro de 1988, durante a gestão do Prefeito Jânio Quadros e do Secretário Municipal de Cultura Renato Ferrari. A Biblioteca passou por uma reforma de novembro de 2007 a janeiro de 2008, onde foi alterada a entrada da Rua Dr. João Batista Reimão, 146 para a Rua José Viriato de Castro, por ser uma rua mais movimentada e voltada para frente de uma escola: EMEF Leonardo Villas Boas e EMEI, dando maior visibilidade à biblioteca. Em agosto de 2008 foi implantado na Biblioteca um Telecentro.

Datas referentes à biblioteca
Criação: Decreto n.º 25.336 de 11 de fevereiro de 1988
Denominação: Decreto n.º 25.336 de 11 de fevereiro de 1988
Inauguração:5 de novembro de 1988

 

helena SilveiraHelena Silveira foi contista, cronista e teatróloga. Sua estréia como contista se verificou no suplemento literário da “Folha da Manhã” com o conto Vida, ilustrado por Belmonte.

Dedicou-se, também, ao teatro. Tornou-se cronista social da “Folha da Manhã” sob o pseudônimo Helen. Recebeu o prêmio Alcântara Machado da Academia Paulista de Letras por seu livro de contos Mulheres.

Foi membro da Associação Brasileira de Escritores. Escreveu A humilde esperaNa selva de São PauloSombra azul, entre outras obras. Para o teatro escreveu a peça No fundo do poço em parceria com seu marido, Jamil A. Haddad, e A Torre, que ganhou um prêmio do Departamento de Cultura de São Paulo.

Nasceu em 9 de dezembro de 1912, em São Paulo, e morreu em 31 de agosto de 1984.

Outras obras: A cachorrinha cósmica; Amanheceu e já é ontem; Memória da terra assassinada; Paisagem e memória.

Telecentro

O telecentro da biblioteca Helena Silveira foi entregue à população em 22 de agosto de 2008 com 20 computadores.

Os telecentros fazem parte do Programa de Inclusão Digital da Prefeitura da Cidade de São Paulo e realizam cursos que vão de um nível mais básico como Introdução à Informática, com duração de 20 horas, até níveis mais avançados.

Os Telecentros desenvolvem também várias oficinas que abrangem temas como educação ambiental, criação de sites, entre outros temas sociais, ambientais e profissionais, proporcionando também à comunidade a inclusão social.

Em cada Telecentro funcionam de 10 a 20 computadores, sendo que 75% deles são dedicados à formação da população e outros 25% são reservados para o uso livre dos cidadãos. Neste espaço livre, o usuário pode, por exemplo, navegar livremente pela web, fazer pesquisas, ler notícias, participar de bate-papos, redigir documentos, currículos, enviar e receber e-mails, etc.

Vale ressaltar que nas unidades também podem ser impressos documentos, mensagens e informações de interesse dos usuários. Todos os serviços, cursos e materiais fornecidos pelos Telecentros são gratuitos.

 

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