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Biblioteca Marcos Rey

A Biblioteca Infanto-Juvenil do Campo Limpo quando foi inaugurada, em 12 de julho de 1981, possuía uma área de 130m2, espaço que só foi ampliado em 1987, com a locação do subsolo do prédio que se encontrava ocupado até então. Apesar dessa ampliação, a inadequação física do espaço continuou a ser questionada até o final de 2002, ano em que a biblioteca mudou-se para a Avenida Anacê.

Com um acervo inicial de apenas 1.907 exemplares, composto somente por livros, a biblioteca conta hoje com aproximadamente 10 vezes esse número inicial, agora não mais composto só por livros, mas também por dvds, audiolivros, quadrinhos, mangás, jornais e revistas. Isso foi possível, principalmente, graças a uma compra realizada pela Secretaria Municipal de Cultura em 1990, às sucessivas doações feitas pela comunidade e às aquisições realizadas nos últimos anos pela Secretaria Municipal de Cultura.

A biblioteca conta com aproximadamente 19 mil exemplares constituídos por livros de literatura, didáticos, paradidáticos, dicionários, enciclopédias, jornais, revistas, recortes, atlas, multimídia, etc.

Todo o acervo de livros pode ser encontrada no catálogo online do Sistema Municipal de Bibliotecas. Informe-se sobre outros títulos existentes, pessoalmente ou por telefone.

A maior parte das obras pode ser emprestada ao usuário matriculado na biblioteca.

Pseudônimo de Edmundo Donato, Marcos Reynasceu na cidade de São Paulo em 17 de fevereiro de 1925.

MARCOS REY – PATRONO

Escritor, jornalista, roteirista e redator de rádio e TV, teve seu primeiro conto “Ninguém entende Wiu-Li” publicado no jornal “A Folha da Manhã” quando tinha apenas 16 anos.

Em 1945 mudou-se para o Rio de Janeiro, onde viveu em uma pensão no bairro da Lapa e trabalhou na tradução de obras infantis.

Em 1946 ele voltou para São Paulo e em 1949 foi contratado como redator da Rádio Excelsior. Entre o período em que trabalhou na Rádio Excelsior e na Rádio Nacional conseguiu publicar seu primeiro livro, “Um gato no triângulo”.

Com a chegada da televisão na década de 50, Marcos Rey passa a trabalhar como redator de programas televisivos, entre eles, os infantis “Vila Sésamo” e “Sítio do Pica-Pau Amarelo”, as novelas “A moreninha” e “Partidas Dobradas” e as séries “Memórias de um gigolô” e “O homem que salvou Van Gogh do suicídio”. Paralelo a isso também trabalhou como publicitário.

No ano de 1958, em parceria com o seu irmão Mário Donato, fundou a Editora Mauá. Apesar da editora não ter dado certo, foi ali que conheceu sua esposa Palma Bevilacqua.

Marcos Rey assumiu a presidência da União Brasileira de Escritores em 1961. Em 1967 publica o livro de contos “O enterro da cafetina” e o romance “Memórias de um gigolô”, ambos sucesso de público e de crítica.

Também se dedicou a escrever peças teatrais e argumentos de roteiros para cinema.

Em 1980 começou a escrever livros infantojuvenis como “O mistério dos cinco estrelas”, pertencente à Coleção Vaga-lume.

Morreu em 1º de abril de 1999, por complicações em uma cirurgia. Suas cinzas foram jogadas pela cidade de São Paulo, palco de boa parte de suas histórias.

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